G.R.E.S. Iperatriz Leopoldinense
  • Carnaval 2015

    Foi confirmada pelo presidente Luiz Pacheco Drumond a permanência do carnavalesco Cahê Rodrigues na Imperatriz Leopoldinense para o carnaval de 2015.

    Cahê Rodrigues estuda junto com a presidência da escola algumas possibilidades de enredo, e logo divulgará para toda a comunidade gresilense o tema que será abordado no próximo desfile.

    Segundo o carnavalesco, tem sido um prazer trabalhar na Imperatriz, tendo em vista toda a liberdade e apoio dado pela presidência da escola para o desenvolvimento do seu trabalho.

  • Premiações 2014

    Estandarte de Ouro

    Mestre Sala: Phelipe Lemos
    Personalidade:Maria Helena

    Tupi Carnaval Total

    Melhor escola
    Melhor Carnavalesco
    Melhor Comissão de Frente
    Melhor Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira

    Prêmio Samba-Net

    Melhor Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira

    Prêmio SRZD-Carnaval

    Melhor Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira

    Prêmio Estrela do Carnaval

    Melhor Comissão de Frente

  • Na Tupi, deu Imperatriz

    Depois de uma disputa acirrada, a Imperatriz foi escolhida a melhor escola do grupo especial de 2014, pelo Juri de carnaval da Super Rádio Tupi.

    Nossa agremiação agradece essa tão honrosa menção, e sente-se profundamente orgulhosa de receber das mãos de um júri reconhecidamente gabaritado o título de Melhor escola do Carnaval.

    Além do prêmio de Melhor escola, recebemos ainda o troféu de Melhor carnavalesco, para Cahê Rodrigues, Melhor Casal de Mestre-Salae Porta-Bandeira, para Phelipe e Rafaela, e ainda Melhor Comissão de Frente, para Deborah Colker.

  • Craques confirmam presença

    Mais três craques confirmaram presença no desfile da Imperatriz em homenagem ao jogador Zico, no próximo carnaval.

    Junior, o jogador que mais vezes vestiu o manto rubro-negro (865 partidas pelo flamengo), O lateral Nei Dias, um dos craques do famoso time de 1981 e ainda o amigo e eterno "rival" de Zico nas batalhas dominicais do Maracanã, o Cruzmaltino Roberto Dinamite estiveram no barracão gresilense onde puderam conferir a preparação para o desfile.

    Acompanhados pelo Carnavalesco Cahê Rodrigues, os jogadores conheceram as alegorias e as fantasias que contarão na avenida a história de Zico.

  • Nunes na Imperatriz

    Considerado o "artilheiro das decisões" e eterno ídolo do flamengo, o jogador Nunes será mais uma das estrelas da constelação rubro-negra que estará presente na homenagem da Imperatriz ao Galinho de Ouro, Zico.

    Nunes esteve em nosso barracão de alegoria para tirar a medida do figurino que usará no desfile, e aproveitou para conhecer o projeto de carnaval gresilense.

  • Adílio Confirma Presença

    Mais um amigo e companheiro de Zico confirmou presença em nosso desfile no próximo carnaval.

    Criado no Flamengo, clube que defendeu por grande parte de sua carreira, Adílio atuou ao lado de Zico e Andrade, formando um dos melhores meio-campos da história do clube.

    Adílio desfilará na terceira alegoria da Imperatriz ao lado de outros atletas da famosa "Era zico".

    Fotos

  • Zico Visita o Barracão

    Zico, o grande homenageado da Imperatriz no carnaval de 2014, esteve no barracão a convite do Presidente Luiz Pacheco Drumond e do Carnavalesco Cahê Rodrigues para acompanhar os preparativos da Agremiação rumo ao desfile.

    O Jogador conheceu os projetos alegóricos e se encantou com as fantasias e esculturas que representarão não avenida sua "mágica" história de vida, demonstrando profunda emoção com o projeto do carnaval que está sendo desenvolvido.

    Zico aproveitou a visita para inaugurar oficialmente o Hall de entrada do Barracão que recebeu painéis com fotos de sua carreira como jogador e seus momentos dentro da Imperatriz, projeto idealizado pelo cenógrafo Clécio Regis e o Carnavalesco Cahê Rodrigues.

  • Imperatriz recebe o Galinho de Ouro

    A quadra de ensaios Luiz Pacheco Drumond se enfeitou para receber o ídolo e grande homenageado do nosso carnaval de 2014. Zico, o Galinho de Ouro, visitou a corte da Imperatriz promovendo um encontro de muita alegria e emoção.

    Zico autografou camisas e bandeiras e posou para milhares de fotos juntos aos fãs que lotaram a quadra gresilense para ver de perto o eterno camisa 10 do maracanã.

    Zico mostrou que já está com o samba na "ponta da Língua" e ao lado do Intérprete Wander Pires e do Cantor Elymar Santos entoou os versos de "Da-lhe, Da-lhe, Da-lhe Ô..." contagiando ainda mais a galera!

  • Festa de Protótipos

    A tradicional festa de apresentação de protótipos da Imperatriz, sob direção de Wagner Araújo e do carnavalesco Cahê Rodrigues, deixou a comunidade leopoldinense extasiada diante de tanta beleza.

    Cahê conseguiu de forma brilhante adaptar o enredo que conta a história de vida do eterno ídolo do futebol Zico os traços típicos e tradicionais de desfile da Imperatriz, de forma luxuosa, original e criativa.

    A festa terminou ao som do samba de 2014, na voz de Wander Pires, e com um show de samba da Rainha Cris Vianna!

  • Final de samba-Enredo

    "Da-lhe, Da-lhe, Da-lhe Ô - O show começou!"

    De autoria dos Compositores Elymar Santos, Guga, Tião Pinheiro, Gil Branco e Me Leva, os versos que embalarão a Nação Leopoldinense na avenida apresenta todos os ingredientes para arrebatar as arquibancadas.

    Quatro grandes Obras fizeram uma grande final de Samba, e mais uma vez elevaram o nome da ala de compositores da Imperatriz ao topo das melhores do Carnaval.

  • Contato

    Quadra de Ensaios Luiz Pacheco Drumond

    Rua. Professor Lacê, 235 - Ramos | Rio de Janeiro
    Tel.: 2560-8037 | 3593-6582

    Barracão de Alegorias

    Rua. Rivadávia Correa, 60 - Gamboa| Rio de Janeiro
    Tel.: 2516-5620

    E-mail

    gres_imperatriz@hotmail.com

    Imprensa

    Evandro Lima

    Como Chegar

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  • ARTHUR X - O Reino do Galinho de Ouro na Corte da Imperatriz

    Compositores: Elymar Santos, Guga, Tião Pinheiro, Gil Branco
    e Me Leva

    Intérprete: Wander Pires




    O dia chegou!
    Em meus olhos, a felicidade.
    Te fiz poesia, pra matar a saudade...
    Imperatriz vai me levar
    A um reino encantado,
    Um menino a sonhar...
    Cresceu driblando o destino,
    Venceu as barreiras da vida...
    Fardado nas cores da nação,
    Armado de raça e paixão,
    Nos pés, o poder!
    Vencer, vencer, vencer!

    "Oô", o povo cantava...
    Domingo, um show no gramado!
    Com seus cavaleiros, Arthur se tornava
    O "Rei do Templo Sagrado"!

    Caminhando mundo afora...
    O seu passaporte, a bola!
    Da Europa ao Oriente,
    Grande "Deus do Sol Nascente",
    Outros reinos conquistou...
    À sua pátria amada, então, voltou.
    Hoje, mais do que nunca é o seu dia,
    Vamos brindar com alegria,
    Trazer de volta a emoção.
    Com toda humildade, vem ser coroado,
    Vestir o meu manto verde, branco e dourado!
    Quem dera te ver por mais um minuto,
    Na arquibancada, todo mundo canta junto:

    Da-lhe, Da-lhe, Da-lhe Ô
    O show começou!
    Da-lhe, Da-lhe, Da-lhe Ô
    Um canto de amor!
    Imperatriz me faz reviver...
    Zico faz mais um pra gente ver!

  • Muito prazer, Eu sou a Imperatriz!

    "A semente germinou, do Recreio então brotou nossa escola de samba"

    A história do G.R.E.S Imperatriz Leopoldinense, ao longo dos seus 50 anos de existência, é marcada pelo pioneirismo das realizações feitas por esta agremiação. A idéia de se fundar uma escola de samba na Zona da Leopoldina, se deu pelo fato de que era preciso ter na região uma entidade carnavalesca à altura do Recreio de Ramos e cujos freqüentadores eram integrantes da mais alta estirpe musical da cidade: Armando Marçal, Pixinguinha, Villa-Lobos, Heitor dos Prazeres, Bidê (Alcebíades Barcelos), Mano Décio da Viola e outros mais.

    O articulador de tal empreendimento foi Amaury Jório, que reuniu no dia 6 de março de 1959, na sua própria casa na Rua Euclides Faria 22, em Ramos, um número de sambistas para criar a escola de samba. Cada um ali reunido opinou para a criação dos símbolos que marcariam e identificariam essa nova entidade carnavalesca. Jório deu a sugestão de que a área de atuação da recém fundada escola, a Leopoldina, fizesse parte do nome; articulação está para agregar as variadas agremiações carnavalescas do bairro.

    Manoel Vieira deu nome de Imperatriz Leopoldinense e as cores verde e branco foram sugeridas por Venâncio da Conceição. O esboço do maior símbolo da agremiação, seu pavilhão, foi idéia de Agenor Gomes Pereira e a madrinha do seu batismo, prática comum entre as escolas de samba, foi o Império Serrano.

    Escola fundada, agora a meta era a preparação do carnaval; o caminho foi a adoção ao longo de sua trajetória de enredos que tivessem uma temática histórico-cultural. Vale lembrar inclusive que a Imperatriz Leopoldinense foi a primeira escola de samba a possuir um Departamento Cultural – fundado por Hiram Araújo em 1967 – com o propósito de auxiliar na confecção dos enredos e realizar atividades educativas com os integrantes. Seus ensaios eram realizados inicialmente na Rua Paranhos 227, casa de Pedro Alcântara Diniz, depois passaram para o número 315 onde funcionava o Clube Paranhos.

    O primeiro carnaval, em 1960, teve como enredo Homenagem à Academia de Letras que alcançou um honroso sexto lugar. O primeiro título, no carnaval de 1961, com o enredo Riquezas e maravilhas do Brasil serviu para que novas mudanças acontecessem na trajetória da agremiação; um grande número de componentes oriundos dos blocos e agremiações carnavalescas da região começava a integrar os quadros da escola, era o sonho de Jório ganhando proporções! A existência de uma sede oficial, situada na Rua Professor Lace 235, foi a consolidação deste sonho; foi na gestão de Antônio Carbonelli que se realizou tal feito.

    Um acontecimento que marcou muito a vida da escola e serviu para projetar seu nome aconteceu em 1972. Dias Gomes procurava uma escola de samba para servir de cenária para a novela "Bandeira 2" da TV Globo. Após muitas indas e vindas, a escolha recaiu sobre a Imperatriz, uma então modesta escola da Zona da Leopoldina. A história tratava do amor de dois jovens, filhos de famílias inimigas. Uma livre adaptação da imortal história de Shakespeare "Romeu e Julieta" ambientada no universo suburbano carioca. O principal personagem acabou sendo encarnado por Paulo Gracindo, que até então havia interpretado quase sempre personagens ricos e sofisticados. Seu desempenho como bicheiro Turcão teve imensa aceitação popular e significou sua consagração na televisão.

    Na história, Zé Catimba, compositor da Imperatriz, foi representado por Grande Otelo. O samba-enredo "Martim Cererê" acabou entrando para a trilha sonora da novela – um fato pioneiro – e ajudou a tornar a Imperatriz conhecida em todo o Brasil. Um fato sobre "Bandeira 2" que merece ser destacado é que anos depois, Dias Gomes adaptou a história para o teatro, nascendo assim o musical "O Rei de Ramos", que estreou na reinauguração do Teatro João Caetano, em 1979, com músicas de Chico Buarque e Francis Hime.

    Mas os anos se passaram e a Imperatriz Leopoldinense oscilava entre bons e maus resultados nos seus desfiles. Tamanha inconstância fez com que Amaury Jório trouxesse para a agremiação, alguém capaz de administrar a escola e colocá-la no patamar competitivo com as demais que já existiam. Luiz Pacheco Drumonnd, o Luizinho – como era chamado por Jório – foi o nome escolhido. Com sua capacidade empreendedora, Luizinho tomou medidas decisivas para transformar a escola em uma grande agremiação, não em importância histórico-cultural, pois, isso a história de sua fundação já se incumbiu; mas sim uma importância ligada a notoriedade que fosse vinculada às vitórias.

    Para tal, Luizinho comprou a quadra, alugou um galpão para a confecção das alegorias e contratou o renomado carnavalesco Arlindo Rodrigues para o desenvolvimento dos enredos da escola! A conjunção de tais medidas só poderia render bons resultados e que não tardaram a chegar. E assim vieram os títulos de 1980 com enredo O que a Bahia tem e o de 1981 O teu cabelo não nega. Daí para frente a Imperatriz se firmava entre as grandes escolas de samba do Rio de Janeiro.

    Arlindo permaneceu na escola, consecutivamente, entre os anos de 1980 até 1983, realizando grandiosos carnavais, o que serviu para dar a escola uma característica artística ligada às tendências mais barrocas. No carnaval de 1984, com um enredo Alô Mamãe, criticando a então conjuntura político-econômico brasileira – assinado pela carnavalesca Rosa Magalhães – e mesmo passando por algumas dificuldades, a escola conseguiu um quarto lugar. Entre os anos de1985 até 1988, a escola oscilou entre desfiles e posições que não renderam resultados tão significativos.

    Mais uma vez numa atitude empreendedora, Luiz Pacheco Drumond, trouxe para escola o carnavalesco Max Lopes para cuidar das questões artísticas e Wagner Tavares de Araújo, para o cargo de diretor de carnaval. Mudanças feitas, os resultados voltaram a aparecer; em 1989, a Imperatriz Leopoldinense se consagra como campeã do carnaval com um enredo histórico, sua marca principal, falando sobre o centenário da Proclamação da República, Liberdade, Liberdade abre as asas sobre nós. A partir e então a escola adotou uma forma de desfile que visava atender as necessidades e obrigatoriedades dos quesitos a serem julgados; o que lhe rendeu os termos de "escola técnica" ou "a certinha de Ramos".

    Os anos noventa foram marcados por outras vitórias e resultados significativos! No carnaval de 1991, com o enredo O que a banana tem do figurinista e carnavalesco Viriato Ferreira, a escola obteve a terceira colocação. Para o carnaval de 1992, a escola contou com a (re)contratação da renomada carnavalesca Rosa Magalhães.

    Em resumo a história da Imperatriz Leopoldinense foi construída pela tríade do idealismo, empreendimento e pioneirismo; respectivamente ligados à Amaury Jório, Luiz Pacheco Drumonnd e suas realizações ao longo da história do carnaval.

  • Arthur X - O Reino do Galinho de Ouro na Corte da Imperatriz

    A ÚNICA FORMA DE CHEGAR AO IMPOSSÍVEL É ACREDITANDO QUE É POSSÍVEL
    De Lewis Carroll em Alice no País das Maravilhas.

    Autoriza o árbitro! Rola a bola na Avenida. Começa a decisão do carnaval carioca. Doze Escolas estão na briga! Vila quer buscar o feito do último campeonato. Império da Tijuca está na primeira divisão. Mocidade e São Clemente jogam na defesa. Ilha cadencia o jogo! Mangueira e Portela tentam a posse de bola pela intermediária. A sobra é da Grande Rio que chuta pro gol mas bate na zaga do Salgueiro. A torcida grita! Tijuca dispara pela ponta esquerda mas é desarmada pela Beija-Flor. Que jogada! Imperatriz domina com categoria, faz a finta e levanta a torcida. Quanta habilidade! Imperatriz cruza o meio de campo, deixa a marcação pra trás e parte em arrancada na direção do gol. O gol é o seu portal! Ela cruza o gol, abre os portões da poesia e mergulha, de braços abertos, na ilusão de um carnaval.

    Diante da imaginação permissiva ela não se assusta. Sente-se confortável com o mundo novo que se descortina diante de seus olhos. O País do futebol, que até então muitos falavam, de fato existia e ela estava lá.

    Nessa pátria de chuteiras, a nobre representante do carnaval toma conhecimento de histórias populares. Curiosidades em torno da existência de um rei de pernas tortas, fatos sobre a coroação de um rei negro. Porém, dentre as muitas histórias, uma lhe desperta interesse: Arthur X havia nascido plebeu em um subúrbio do país do futebol. A família Antunes Coimbra estava feliz e não conteve a ânsia de espalhar a notícia. Em tempo, damas, bufões, soldados e plebeus espalhavam o ocorrido pelas casas simples da rua Lucinda Barbosa.

    O passar dos anos encarregou-se de transformar o plebeu em rei. Suas conquistas e lutas pessoais lhe conduzem ao trono. Travou e venceu batalhas. Foi condecorado com a farda verde e amarela – a mais alta patente dada a um combatente do país do futebol. Sagrou-se campeão trajando vermelho e negro nas disputas mundiais do octogésimo primeiro ano do século em que vivia. Foi coroado! Rei coroado no templo do futebol. E por ser soberano de uma nação popular, espalha-se a fama e a grandeza de suas glórias.

    Diante da história que corre na boca de nobres e plebeus, aumenta o interesse da Imperatriz sobre o rei. No afã de encontrá-lo toma conhecimento da realização de competições que animavam as massas, tendo tal evento o título de "disputas dominicais." Realizadas em um lugar, que ficou popular como "Templo do futebol" – espécie de arena erguida em torno de um vasto campo verde – onde o povo se encontrava e se dividia em diferentes torcidas.

    Junto à multidão que se espremia pode observar a chegada de combatentes de bandeiras e cores distintas. Gente que vinha desafiar os cavalheiros do Rei. Avistou ao longe um brasão que como símbolo ostentava uma "estrela solitária". Ouviu os gritos de euforia que precederam a passagem de uma nobreza fidalga vestida em verde, encarnado e branco. Pôde ouvir o toque que anunciava o atracar de uma caravela portuguesa junto ao porto e o delírio dos que aguardavam sua chegada

    Em meio ao povo que vibrava, não obteve sucesso na tentativa de aproximar-se do soberano. Porém pôde ouvir o anúncio de que o reinado de Arthur X entraria em festa: O aniversário do Rei seria comemorado no auge dos festejos de Momo que estavam por vir. Nobres de nações estrangeiras por onde seus feitos haviam ganhado fama já confirmavam presença e enviavam presentes. Do outro lado do mundo, onde se fazia noite quando aqui era dia e dia quando aqui era noite, a imagem do rei era esculpida em ouro.

    No dia em que completava anos, os clarins faziam ecoar uma melodia ritmada que aludia a "vencer, vencer, vencer!" Seus súditos em festa vestiam o vermelho e o preto – as cores do manto sagrado que o Rei tinha predileção. Ela, a Imperatriz, ordenou que sua corte vestisse sua melhor roupa feita em verde, branco e ouro – talvez Arlindo, talvez Rosa – e viesse em cortejo, tecer honras ao monarca. Fez soar a bateria. Chocalhos, tamborins, surdos e cuícas embalaram o momento sublime. Ao Rei, como presente, a Imperatriz ofereceu-lhe valiosa jóia: sua coroa, feita em ouro e pedras verdes. Diante do feito, o povo de Ramos saúda o rei.

    Ele, dispensando o tratamento destinado aos soberanos, sorri, quebra o protocolo, e responde:

    -Sem formalidades! É carnaval. Podem me chamar de Zico!

    CARNAVALESCO: CAHÊ RODRIGUES

    TEXTO DE: LEANDRO VIEIRA | COLABORAÇÃO: FAMÍLIA ANTUNES COIMBRA

    • BUFÕES FUTEBOLÍSTICOS
    • 21 3576-6675
    • 21 968861391
    • UM PREDESTINADO DO JUVENTUDE
    • 21 99198-0312
    • 21 99199-9761
    • 21 2230-4639
    • cesarguedes@ibest.com.br
    • CONDECORADO CANÁRIO REAL
    • 21 2281-5248
    • 21 3087-3577
    • 21 99978-3752
    • waltervasconcellos@hotmail.com
    • O REI DO TEMPLO SAGRADO
    • 21 98854-8352
    • 21 99591-4577
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    • alatijolinho@gmail.com
    • A ITÁLIA SAÚDA O REI
    • 21 98757-1841
    • 21 99734-1264
    • 21 2576-6794
    • carnaval@antares.com.br
    • REVERÊNCIA GREGA AO REI
    • 21 98863-0642
    • 21 2267-1815
    • 21 2598-9498
  • Diretoria

    LUIZ PACHECO DRUMOND
    Presidente

    MARCOS DRUMOND
    Vice-Presidente Executivo

    WAGNER TAVARES ARAÚJO
    Vice-Presidente de Finanças | Vice-Presidente de Carnaval

    WILSON RIBEIRO
    Vice-Presidente Administrativo

    ANDRÉ BONATTE
    Vice-Presidente Cultural

    OSCAR DE PAULA
    Vice-Presidente Social

    DR. CHRISTÓVÃO CELESTINO
    Vice-Presidente Jurídico

    JOSÉ HENRIQUE PINTO
    Presidente do Conselho Deliberativo

    Departamento de Carnaval

    WAGNER TAVARES ARAÚJO
    Diretor de Carnaval

    LUIZ DRUMOND NETO
    Assessoria da Direção de Carnaval

    ANDRÉ BONATTE
    Assessoria da Direção de Carnaval

    PAULO CÉZAR PC
    Assessoria da Direção de Carnaval

    CLAUDIA CRISTINA
    Administradora do Barracão

    CAHÊ RODRIGUES
    Carnavalesco

    EVANDRO LIMA
    Assessoria de Imprensa

    PHELIPE LEMOS
    Mestre-Sala

    RAFAELA THEODORO
    Porta-Bandeira

    MÁRCIO (NOCA)
    Mestre de Bateria

    JAIRO RIBEIRO
    Presidente da Bateria

    CRIS VIANNA
    Rainha de Bateria

    DEBORAH COLKER
    Coreógrafa da Comissão de Frente

    VITOR VITAL
    Diretor Responsável pela Comissão de Frente

    MARCILIO DIAMANTE
    2º Mestre-Sala

    ELAINE FERNANDA
    2ª Porta-Bandeira

    ADILSON GOMES
    Presidente da Galeria da Velha-Guarda

    RAUL CUQUEIJO
    Diretor Responsável pela Ala de Baianas