UMA NOITE REAL NO MUSEU NACIONAL

Criado por Decreto Real, em 1818, o Museu Nacional completará 200 anos de sua fundação no próximo ano, sendo considerado um alicerce da Cultura, das Artes e das Ciências no Brasil.

O Museu Nacional tem sua história entrelaçada à trajetória da Imperatriz Leopoldinense, destacando que nossa patrona, a Imperatriz Leopoldina foi, reconhecidamente, uma amante da ciência. Botânica, Mineralogia e Zoologia eram os estudos preferidos da arquiduquesa, ainda na Áustria que, ao chegar no Brasil, atuou como uma das grandes incentivadoras da criação do Museu Real, junto a seu Sogro, o Rei D. João VI.

A Imperatriz embarca na história e promete uma viagem magnifica, repleta de alegria e encanto, através dos tesouros da história, da cultura e das ciências, que emolduram os corredores e as galerias de Museu Nacional.

Diretoria

LUIZ PACHECO DRUMOND
Presidente

JOSÉ HENRIQUE PINTO
Presidente do Conselho Deliberativo

MARCOS DRUMOND
Vice-Presidente Executivo

WAGNER TAVARES ARAÚJO
Vice-Presidente de Finanças | Vice-Presidente de Carnaval

WILSON RIBEIRO
Vice-Presidente Administrativo

ANDRÉ BONATTE
Vice-Presidente Cultural

OSCAR DE PAULA
Vice-Presidente Social

DR. CHRISTÓVÃO CELESTINO
Vice-Presidente Jurídico

DEPARTAMENTO DE CARNAVAL

WAGNER TAVARES ARAÚJO
Diretor de Carnaval

LUIZ DRUMOND NETO
Assessoria da Direção de Carnaval

PAULO CÉZAR PC
Assessoria da Direção de Carnaval

REGINA CAIRO
Administradora do Barracão

CAHÊ RODRIGUES
Carnavalesco

THIAGUINHO MENDONÇA
Mestre-Sala

RAFAELA THEODORO
Porta-Bandeira

JÚNIOR ESCAFURA
Diretor Geral de Harmonia

ARTHUR FRANCO
Intérprete

LUIZ ALBERTO (LOLO)
Mestre de Bateria

JAIRO RIBEIRO
Presidente da Bateria

FLÁVIA LYRA
Rainha de Bateria

CLAUDIA MOTA
Coreógrafa da Comissão de Frente

VITOR VITAL
Diretor Responsável pela Comissão de Frente

MARCILIO DIAMANTE
2º Mestre-Sala

ELAINE FERNANDA
2ª Porta-Bandeira

SOLANGE COSTA
Presidente da Galeria da Velha-Guarda

RAUL CUQUEJO
Diretor Responsável pela Ala de Baianas

JÉSSICA ANDREZA
Responsável pela Ala de Passistas

VITOR KACZ
Presidente da Ala dos Compositores

Muito prazer, Eu sou a Imperatriz!

Manoel Vieira deu nome de Imperatriz Leopoldinense e as cores verde e branco foram sugeridas por Venâncio da Conceição. O esboço do maior símbolo da agremiação, seu pavilhão, foi idéia de Agenor Gomes Pereira e a madrinha do seu batismo, prática comum entre as escolas de samba, foi o Império Serrano.

Um acontecimento que marcou muito a vida da escola e serviu para projetar seu nome aconteceu em 1972. Dias Gomes procurava uma escola de samba para servir de cenária para a novela "Bandeira 2" da TV Globo. Após muitas indas e vindas, a escolha recaiu sobre a Imperatriz, uma então modesta escola da Zona da Leopoldina. A história tratava do amor de dois jovens, filhos de famílias inimigas. Uma livre adaptação da imortal história de Shakespeare "Romeu e Julieta" ambientada no universo suburbano carioca. O principal personagem acabou sendo encarnado por Paulo Gracindo, que até então havia interpretado quase sempre personagens ricos e sofisticados. Seu desempenho como bicheiro Turcão teve imensa aceitação popular e significou sua consagração na televisão.

Mas os anos se passaram e a Imperatriz Leopoldinense oscilava entre bons e maus resultados nos seus desfiles. Tamanha inconstância fez com que Amaury Jório trouxesse para a agremiação, alguém capaz de administrar a escola e colocá-la no patamar competitivo com as demais que já existiam. Luiz Pacheco Drumonnd, o Luizinho – como era chamado por Jório – foi o nome escolhido. Com sua capacidade empreendedora, Luizinho tomou medidas decisivas para transformar a escola em uma grande agremiação, não em importância histórico-cultural, pois, isso a história de sua fundação já se incumbiu; mas sim uma importância ligada a notoriedade que fosse vinculada às vitórias.

Para tal, Luizinho comprou a quadra, alugou um galpão para a confecção das alegorias e contratou o renomado carnavalesco Arlindo Rodrigues para o desenvolvimento dos enredos da escola! A conjunção de tais medidas só poderia render bons resultados e que não tardaram a chegar. E assim vieram os títulos de 1980 com enredo O que a Bahia tem e o de 1981 O teu cabelo não nega. Daí para frente a Imperatriz se firmava entre as grandes escolas de samba do Rio de Janeiro.

Mais uma vez numa atitude empreendedora, Luiz Pacheco Drumond, trouxe para escola o carnavalesco Max Lopes para cuidar das questões artísticas e Wagner Tavares de Araújo, para o cargo de diretor de carnaval. Mudanças feitas, os resultados voltaram a aparecer; em 1989, a Imperatriz Leopoldinense se consagra como campeã do carnaval com um enredo histórico, sua marca principal, falando sobre o centenário da Proclamação da República, Liberdade, Liberdade abre as asas sobre nós. A partir e então a escola adotou uma forma de desfile que visava atender as necessidades e obrigatoriedades dos quesitos a serem julgados; o que lhe rendeu os termos de "escola técnica" ou "a certinha de Ramos".

Rosa Magalhães permaneceu na escola por 18 anos, conquistando junto com a Imperatriz o bicampeonato em 1994 e 1995, e ainda o primeiro tricampeonato da era sambódromo, em 1999, 2000 e 2001.

Em resumo a história da Imperatriz Leopoldinense foi construída pela tríade do idealismo, empreendimento e pioneirismo; respectivamente ligados à Amaury Jório, Luiz Pacheco Drumond e suas realizações ao longo da história do carnaval.

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Desenvolvido pelo Departamento Cultural do G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense